Pode adicioná-lo ao chá, usá-lo como cobertura de maçãs ou então comê-lo simplesmente à colher com umas gotas de limão. Qualquer que seja a escolha, o mel é uma poderosa arma contra as doenças de inverno. As suas propriedades antibióticas e antiséticas aliviam os sintomas da bronquite, da asma e da dor de garganta.

E se o experimentar com própolis poderá combater faringite, amigdalite, constipações e gripes, uma vez que a substância resinosa colhida pelas abelhas funciona como antibacteriano e antiviral, estimulando o sistema imunitário.

Para além de amigo do aparelho respiratório, o mel combate a prisão de ventre, pois ajuda aos movimentos do intestino. É ainda benéfico em casos a má digestão e úlceras gástricas, devido às suas enzimas. Faça a experiência, misturando-o com canela depois de uma refeição rica em gorduras.

Mas atenção se não quer engordar. Apesar de utilizado como adoçante natural, o mel tem praticamente as mesmas calorias do que o açúcar branco, sendo por isso desaconselhado a diabéticos. Os grãos de pólen presentes no mel podem causar ainda mal-estar gástrico e dor de estômago a pessoas com tendências a alergias.

O mel deve ainda ser excluído da alimentação de crianças menores de um ano, porque o aparelho digestivo imaturo poderá não reagir da melhor forma, havendo até a possibilidade de intoxicação grave graças a uma bactéria chamada Clostridium boltulino.