Em jeito de quase balanço, a responsável pela marca patrocinadora referiu o sucesso do movimento que pretende alertar para o impacto da dor e promover formas de a combater. “A recetividade tem sido muito boa. As pessoas estão cada vez mais atentas e identificam-se bastante com as temáticas que temos trazido para o movimento, como o exercício físico, os alongamentos, o yoga ou a alimentação saudável.”

Mas apesar da maior consciencialização para a saúde, os portugueses continuam a desvalorizar a dor. De acordo com o estudo sobre o impacto da dor realizado pela GSK, um em cada dois portugueses sofreu em silêncio durante 2018. Segundo Joana Leitão, há uma tendência para desvalorizar a dor quer do ponto de vista da partilha, como do próprio tratamento.

O cinzento da dor

Sabia que enquanto nos restantes países onde foi realizada a pesquisa, os inquiridos associaram a dor ao vermelho, em Portugal a escolha da maioria recaiu no cinzento?

De acordo com Joana Leitão, “os portugueses acabam por viver com a dor, sem a exteriorizar. Não gostam de admitir que têm um problema. Mas ao não procurarem aconselhamento e soluções, poderão estar a desencadear uma situação que se agrava cada vez mais”. Daí a importância deste movimento, associado ao Dia Nacional Contra a Dor (14 de junho), que quer “ajudar os portugueses a falar da dor e a procurar soluções”.

Importa saber onde procurar essas soluções. Quantos de nós já não corremos à farmácia mesmo antes de pensarmos sequer em ir ao médico?

Outros procuram ajuda nas terapias alternativas. Segundo Joana Leitão, estas podem ser compatíveis com a medicina tradicional, mas o “fundamental é mesmo fazer um diagnóstico adequado.” A responsável da GSK chamou a atenção para produtos “que poderão não ser adequados face ao diagnóstico” e que, por exemplo, ao carecerem de agentes anti-inflamatórios acabam por não dar resposta ao problema da inflamação muscular ou articular.

Exercício com conta, peso e medida

Se ainda pensa que são os idosos aqueles que mais sofrem com a dor, está na hora de ver a questão com outros olhos. O estudo da GSK concluiu que é entre os 35 e os 44 anos que a dor tem maior impacto. Joana Leitão sugere uma possível explicação: “São as pessoas com uma vida mais ativa, com mais queixas de dor muscular. Nos idosos, falamos sobretudo de dor articular. As mulheres são provavelmente as mais afetadas devido à grande exigência profissional e familiar.”

O stress é um dos fatores da dor muscular e das contraturas. E nada como a prática de exercício físico para um corpo e mente saudáveis. Mas cuidado com o excesso.

Segundo Joana Leitão, esta atividade requer equilíbrio, aconselhamento e supervisão. Os alongamentos – um dos temas dos workshops do Movimento Portugal Contra a Dor – nunca devem ser esquecidos, já que são indispensáveis para a recuperação do músculo. O mesmo acontece com a fase de aquecimento, que ajuda a evitar a dor durante a prática.

E se à caminhada, ao passeio de bicicleta ou à ida ao ginásio juntarmos uma alimentação equilibrada? Eis outra medida a ter em conta para se manter longe a dor. Talvez a azáfama quotidiana não facilite, mas tente reduzir as gorduras e o açúcar e apostar em alimentos saudáveis. A iniciativa aborda também esta vertente através de workshops de pequenos-almoços e snacks saudáveis, que ensinam a preparar refeições sem grande dispêndio de tempo, poucos ingredientes e muitas vantagens na luta contra a dor.

O Movimento Portugal Contra a Dor regressa à Alameda, em Lisboa, a 27 junho, para o encerramento. Se ainda não teve oportunidade de o conhecer numa das principais cidades portuguesas, passe por lá!

Voltaren Emulgel e Voltaren Emulgelex. Medicamentos contêm diclofenac indicados a partir dos 14 anos, em dores musculares ligeiras a moderadas, inflamação pós-traumática e a partir dos 18 anos em reumatismo degenerativo localizado. Utilizar em pele saudável. Não utilizar na gravidez. Suspender se desenvolver erupção cutânea. Leia atentamente o folheto informativo, em caso de dúvida ou persistência dos sintomas consulte o seu médico ou farmacêutico. Se não melhorar após 7 dias, consulte o médico. CHPT/CHVOLT/0039/19 – Jun 19

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