Ligeira ou aguda, esporádica ou crónica, a dor faz parte do quotidiano da maioria das pessoas. E os portugueses não fogem à regra. Segundo o GPI (Global Pain Index), estudo internacional sobre o impacto da dor elaborado pela GSK, três em cada quatro portugueses sofrem de dor no corpo, com frequência.

Esta condição tão comum tem consequências. Para mais de metade (53%) das pessoas que sofre de algum tipo de dor regularmente, esta condição reduz a sua capacidade de desfrutar da vida, sendo que 55% dos inquiridos refere problemas de sono como consequência da dor e mais de 70% vê comprometidas as suas capacidades físicas na prática de desporto

Perante estes dados, seria de esperar que os portugueses procurassem soluções para o alívio da dor. Puro engano. De acordo com o GPI, apenas um em cada cinco o faz.

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Um sinal de alerta

Dizemos que é do stress, das horas passadas no sofá frente ao televisor, daquela lesão que deixou marcas… e que já passa. Mas afinal o que é a dor?

Sentida de forma subjetiva, a dor é antes de mais um sinal de alerta, uma forma de o nosso corpo nos precaver de danos mais graves. A aguda aparece, geralmente, de repente, desaparecendo quando a lesão é ultrapassada. Já a crónica dura mais tempo e, por vezes, resiste aos tratamentos. E uma vez que está, de forma geral, associada a doença de longo prazo exige uma visita ao médico.

Dores nas costas

As dores nas costas estão entre as mais comuns, sendo sentidas a meio, na parte de cima, mas sobretudo na zona lombar. Estas podem ir de um desconforto constante a súbitos espasmos de dor aguda, que afetam em muito a mobilidade. Subir escadas ou carregar o saco das compras podem, assim, tornar-se verdadeiros desafios.

O farmacêutico poderá ajudar a encontrar uma solução na maioria dos casos, mas se a dor persistir e/ou piorar deve consultar o seu médico. Calor ou gelo, bem como exercício físico moderado podem também fazer a diferença.

Dores nas articulações

Com o constante movimento, as articulações também estão sujeitas a danos e lesões. A dor pode ocorrer em várias partes do corpo, mas são os joelhos os mais afetados, já que suportam grande parte do peso corporal e sofrem um impacto acrescido quando corremos ou saltamos. Daí serem frequentes as lesões nos joelhos durante a prática desportiva.

A dor articular pode afetar o nosso quotidiano, dependendo do local onde é sentida. No joelho torna o caminhar, fazer desporto ou dançar desconfortáveis. Já no ombro afeta a capacidade de transportar objetos pesados, enquanto que na anca se pode refletir quando subimos escadas ou nos levantamos de uma cadeira.

Rigidez e sensibilidade são alguns dos sintomas desta condição. Mas quando acompanhados de inchaço, vermelhidão, maciez e calor em torno da articulação é recomendado consultar um médico. Este poderá sugerir exercício físico ligeiro, bem como exames complementares para determinar a causa da dor e ainda medicação anti-inflamatória.

Movimento Portugal Contra a Dor

Agora que já sabe mais um pouco sobre a dor, que tal começar a vê-la com outros olhos? É precisamente esse o objetivo do Movimento Portugal Contra a Dor, patrocinado por Voltaren. Este movimento pretende alertar para o impacto da dor na produtividade e na qualidade de vida, bem como sensibilizar para a adoção de estratégias de forma a minimizá-la. Workshops de vida saudável e aulas de yoga e dança-fitness são algumas das iniciativas do roadshow que percorrerá o país durante o mês de junho. Não deixe que a dor leve a melhor, participe!

A GSK CH patrocinou o desenvolvimento do conteúdo deste artigo

Voltaren Emulgel e Voltaren Emulgelex. Medicamentos contêm diclofenac indicados a partir dos 14 anos, em dores musculares ligeiras a moderadas, inflamação pós-traumática e a partir dos 18 anos em reumatismo degenerativo localizado. Utilizar em pele saudável. Não utilizar na gravidez. Suspender se desenvolver erupção cutânea. Leia atentamente o folheto informativo, em caso de dúvida ou persistência dos sintomas consulte o seu médico ou farmacêutico. Se não melhorar após 7 dias, consulte o médico.

CHPT/CHVOLT/0032/19 – Mai 19

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