As prateleiras dos supermercados são abundantes em produtos que prometem dentes brancos num abrir e fechar de olhos e a baixo custo. Mas a eficácia da maioria está longe de comprovada cientificamente, e não serão poucos aqueles que podem mesmo causar malefícios.

Assim, nada como recorrer aos serviços de um médico dentista na altura de fazer o branqueamento. É possível até que nem necessite submeter-se a uma intervenção mais profunda. Sabia que muitas vezes basta recorrer a pastas e elixires branqueadores – sem peróxido de hidrogénio ou outros agentes branqueadores – para eliminar aquelas manchas ligeiras que ensombram o seu sorriso?

As alternativas

Em casos mais graves, existem três opções: o tratamento no consultório, o feito em regime ambulatório e a combinação de ambos, mas sempre com orientação do dentista.

O primeiro recorre a elevados níveis de agentes branqueadores – por exemplo, 25 a 35 por cento de peróxido de hidrogénio – por curtos períodos de tempo. O agente é aplicado nos dentes e ativado por calor ou luz. Trata-se de um procedimento indolor, que não deverá ultrapassar os 40 minutos de duração.

Já o branqueamento feito em casa recorre a uma boqueira, utilizando um baixo nível de agente branqueador, durante pelo menos duas semanas. Indicado para casos mais severos, requer no mínimo duas horas diárias de contacto com o agente branqueador. Nesta opção, é possível fazer retoques ou manutenção, um ano depois, já que as boqueiras são reutilizáveis, bastando apenas adquirir as recargas de seringas para o branqueamento.